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	<title>Arquivo de Reforma Tributária - Motor Fiscal | Escrituração e Automação Fiscal NFe CTe NFSe NFTS</title>
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	<description>O Motor Fiscal é uma plataforma de automação fiscal e tributária que revoluciona a gestão de documentos eletrônicos e obrigações fiscais da sua empresa</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Aug 2026 14:24:47 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Reforma Tributária - Motor Fiscal | Escrituração e Automação Fiscal NFe CTe NFSe NFTS</title>
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	<item>
		<title>Obrigatoriedade de emissão de NFS-e pelo Emissor Nacional prorrogada para novembro</title>
		<link>https://motorfiscal.com.br/blog/obrigatoriedade-emissao-nfse-emissor-nacional-prorrogada-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 14:24:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Resolução CGSN nº 191/2026 adiou de 1º de setembro para 1º de novembro a obrigatoriedade de ME e EPP do Simples Nacional emitirem NFS-e pelo Emissor Nacional. O que muda para quem emite e para quem recebe essas notas.</p>
<p>O post <a href="https://motorfiscal.com.br/blog/obrigatoriedade-emissao-nfse-emissor-nacional-prorrogada-novembro/">Obrigatoriedade de emissão de NFS-e pelo Emissor Nacional prorrogada para novembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://motorfiscal.com.br">Motor Fiscal | Escrituração e Automação Fiscal NFe CTe NFSe NFTS</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O prazo para as empresas do Simples migrarem para o Emissor Nacional da NFS-e passou de setembro para novembro. Dois meses a mais para quem emite. Para quem recebe essas notas, dois meses a mais de convivência com dois mundos.</strong></p>
<p>A Resolução CGSN nº 191, de 4 de agosto de 2026, adiou de <strong>1º de setembro para 1º de novembro de 2026</strong> a obrigatoriedade de as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional emitirem suas notas fiscais de serviço pelo Emissor Nacional da NFS-e. O anúncio foi publicado no portal da NFS-e em 11 de agosto.</p>
<p>É a segunda vez que essa data se move. A obrigatoriedade de 1º de setembro vinha da Resolução CGSN nº 189, de 23 de abril de 2026, agora substituída. A resolução nova altera o artigo 59 da Resolução CGSN nº 140/2018, o texto que organiza as obrigações acessórias do regime.</p>
<h2 id="o-que-muda-em-1o-de-novembro">O que muda em 1º de novembro</h2>
<p>A partir dessa data, ME e EPP optantes pelo Simples Nacional passam a ser obrigadas a emitir a NFS-e no <strong>padrão nacional</strong>, por meio do Emissor Nacional, em duas formas previstas: o <strong>emissor web</strong>, de uso direto no ambiente nacional, e a <strong>API</strong>, para integração sistema a sistema.</p>
<p>Na prática, isso encerra — para esse grupo de contribuintes — a era do emissor municipal como caminho principal. Um prestador de serviço optante pelo Simples que hoje emite pelo sistema da prefeitura passa a emitir pelo ambiente nacional, com layout, numeração e chave de acesso padronizados em todo o país.</p>
<p><strong>A quem se aplica.</strong> A obrigatoriedade de novembro é dirigida às ME e EPP optantes pelo Simples Nacional. O microempreendedor individual segue outra trilha: a resolução ajusta o artigo 79 para prever a exigência de documento fiscal eletrônico quando norma específica assim determinar, sem estabelecer aqui a mesma data. Vale acompanhar a regulamentação própria do MEI em vez de assumir que o calendário é o mesmo.</p>
<h2 id="por-que-um-adiamento-nao-e-uma-pausa">Por que um adiamento não é uma pausa</h2>
<p>A leitura fácil é que sobraram dois meses. A leitura útil é outra: dois meses é o tempo que resta para atravessar uma migração que envolve terceiros.</p>
<p>Quem emite precisa validar credenciamento no ambiente nacional, testar a emissão, ajustar a integração com o ERP — se optar pela API — e refazer o treinamento de quem emite no dia a dia. Nada disso é complexo isoladamente; o problema é que tudo depende de fila, suporte e prefeitura, três coisas que não aceleram em outubro.</p>
<p>Há um detalhe de calendário que costuma passar despercebido: o adiamento empurra a virada para <strong>1º de novembro</strong>, isto é, para dentro do último bimestre do ano, quando as equipes fiscais já estão ocupadas com fechamento e com a preparação da própria reforma tributária. Setembro seria uma data pior no papel e melhor na agenda.</p>
<h2 id="o-outro-lado-do-balcao-quem-recebe-essas-notas">O outro lado do balcão: quem recebe essas notas</h2>
<p>Aqui está o efeito que quase nenhuma análise menciona. Toda empresa que <strong>contrata</strong> serviços de fornecedores optantes pelo Simples — ou seja, praticamente todas — vai passar os próximos meses recebendo NFS-e de duas origens diferentes.</p>
<p>Até 31 de outubro, um mesmo fornecedor pode emitir pelo sistema da prefeitura; a partir de 1º de novembro, pelo ambiente nacional. Muda o padrão do documento, muda o layout, muda o lugar onde a nota fica disponível para consulta. Para quem escritura serviços tomados, isso significa manter dois caminhos de captura abertos durante a transição — e reconciliar os dois no fechamento.</p>
<p>Quem baixa nota de serviço manualmente, portal por portal, sente esse período em dobro: à lista de prefeituras soma-se o ambiente nacional, com uma parcela dos fornecedores migrando em datas diferentes dentro da mesma janela. E, como já tratamos ao analisar <a href="https://motorfiscal.com.br/blog/danfse-v2-novo-layout-nfse/">o novo layout do DANFSe v2.0</a>, o documento nacional chega com os campos de IBS e CBS embutidos — outra camada de conferência para o mesmo período.</p>
<h2 id="o-que-fazer-com-os-dois-meses">O que fazer com os dois meses</h2>
<p>Para quem emite, a lista é conhecida: credenciar-se no Emissor Nacional, decidir entre emissor web e API, testar antes de outubro e não deixar o treinamento para a última semana.</p>
<p>Para quem recebe, a lista é diferente e menos óbvia:</p>
<ol>
<li><strong>Mapeie seus fornecedores de serviço optantes pelo Simples.</strong> São eles que mudam de sistema. Saber quantos são e quanto representam do volume de notas define o tamanho do problema.</li>
<li><strong>Garanta a captura pelo ambiente nacional agora</strong>, não em novembro. Quem já captura NFS-e do Ambiente de Dados Nacional atravessa a virada sem sobressalto: as notas simplesmente passam a chegar por lá.</li>
<li><strong>Não desligue a captura municipal cedo demais.</strong> Durante a transição, os dois caminhos convivem — e o fornecedor que migrar em 1º de novembro terá emitido pelo município até 31 de outubro.</li>
<li><strong>Reconcilie no fechamento de novembro.</strong> É o mês em que uma nota pode faltar por ter sido procurada no lugar errado.</li>
</ol>
<h2 id="captar-dos-dois-mundos-sem-escolher">Captar dos dois mundos, sem escolher</h2>
<p>A transição só é dolorosa para quem depende de acessar portal por portal. O Motor Fiscal captura NFS-e tanto dos sistemas municipais quanto do ambiente nacional, no mesmo lugar e com o mesmo certificado — o que significa que a virada de 1º de novembro acontece do lado do fornecedor, e não do seu.</p>
<p><strong><a href="https://app.motorfiscal.com.br/cadastrar?utm_source=blog&amp;utm_medium=blog&amp;utm_content=obrigatoriedade-emissao-nfse-emissor-nacional-prorrogada-novembro">Teste o Motor Fiscal grátis por 7 dias</a></strong><br />
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<hr />
<p><strong>Fontes:</strong><br />
&#8211; <a href="https://www.gov.br/nfse/pt-br/noticias/comite-gestor-do-simples-nacional-prorroga-a-obrigatoriedade-de-emissao-de-notas-fiscais-de-servico-pelo-emissor-nacional-da-nfs-e">Comitê Gestor do Simples Nacional prorroga a obrigatoriedade de emissão de notas fiscais de serviço pelo Emissor Nacional da NFS-e — Portal da NFS-e (gov.br), 11/08/2026</a><br />
&#8211; Resolução CGSN nº 191, de 4 de agosto de 2026 (altera a Resolução CGSN nº 140/2018 e substitui a Resolução CGSN nº 189/2026)</p>
<p>O post <a href="https://motorfiscal.com.br/blog/obrigatoriedade-emissao-nfse-emissor-nacional-prorrogada-novembro/">Obrigatoriedade de emissão de NFS-e pelo Emissor Nacional prorrogada para novembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://motorfiscal.com.br">Motor Fiscal | Escrituração e Automação Fiscal NFe CTe NFSe NFTS</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fornecedor emitiu nota sem IBS e CBS: o que fazer agora</title>
		<link>https://motorfiscal.com.br/blog/fornecedor-emitiu-nota-sem-ibs-cbs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 20:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://motorfiscal.com.br/blog/fornecedor-emitiu-nota-sem-ibs-cbs/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A rejeição de notas sem IBS e CBS foi adiada sem nova data, mas o preenchimento continua obrigatório no regime regular. O que o destinatário deve conferir nas notas recebidas e como cobrar os fornecedores atrasados.</p>
<p>O post <a href="https://motorfiscal.com.br/blog/fornecedor-emitiu-nota-sem-ibs-cbs/">Fornecedor emitiu nota sem IBS e CBS: o que fazer agora</a> apareceu primeiro em <a href="https://motorfiscal.com.br">Motor Fiscal | Escrituração e Automação Fiscal NFe CTe NFSe NFTS</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A rejeição automática de notas sem os campos da reforma foi adiada. A obrigação de preenchê-los, não. Quem recebe documentos fiscais herdou o problema no meio do caminho.</strong></p>
<p>O dia 3 de agosto de 2026 estava marcado para ser uma pequena revolução silenciosa: a partir dele, o ambiente autorizador passaria a rejeitar NF-e e NFC-e de empresas do regime regular emitidas sem os campos do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição Social sobre Bens e Serviços). Dois dias antes, a versão 1.51 da Nota Técnica 2025.002, publicada no Portal Nacional da NF-e em 1º de agosto, retirou as datas de implementação da validação em produção, sem definir novas. No próprio dia 3, o Ato Técnico Conjunto CGIBS/RFB nº 1 estendeu a flexibilização: documentos sem os novos campos continuam sendo autorizados.</p>
<p>O prazo passou; a obrigação ficou. No calendário tributário brasileiro, a combinação não chega a ser inédita.</p>
<h2 id="o-que-mudou-no-inicio-de-agosto-e-o-que-nao-mudou">O que mudou no início de agosto (e o que não mudou)</h2>
<p>O que mudou é o castigo. A rejeição automática, que travaria a emissão de quem não se adaptou, está suspensa por tempo indeterminado. Nota sem IBS e CBS segue sendo autorizada e segue circulando.</p>
<p>O que não mudou é a regra. Para empresas do regime regular (Lucro Real e Lucro Presumido), o preenchimento dos grupos de IBS e CBS nos documentos fiscais eletrônicos permanece obrigatório. Em cada item, entram o código de situação tributária dos novos tributos (o CST de três dígitos), a classificação tributária (o cClassTrib, de seis dígitos), bases, alíquotas e valores. Nos totais da NF-e, um grupo próprio consolida os montantes. O ano de 2026 segue sendo o ensaio geral da reforma: alíquota de teste de 1%, sem recolhimento efetivo, como detalhamos no artigo sobre a <a href="https://motorfiscal.com.br/blog/apuracao-assistida-ibs-cbs-2026/">Apuração Assistida do IBS e da CBS</a>. Na NFS-e nacional, os campos dos novos tributos também já fazem parte do documento, visíveis inclusive no <a href="https://motorfiscal.com.br/blog/danfse-v2-novo-layout-nfse/">novo layout do DANFSe v2.0</a>.</p>
<p>Em resumo: o fiscal afrouxou a catraca, não a norma.</p>
<h2 id="por-que-a-conta-sobra-para-quem-recebe">Por que a conta sobra para quem recebe</h2>
<p>Se a rejeição estivesse ativa, o problema seria do emissor: nota errada não nasceria. Com a rejeição suspensa, a nota errada nasce, é autorizada e chega ao destinatário. É aí que a mudança de agosto vira assunto seu.</p>
<p>Durante os próximos meses, quem recebe documentos fiscais vai conviver com um fluxo misto. Parte dos fornecedores já emite no padrão novo, com os grupos de IBS e CBS preenchidos. Parte ainda emite como se a reforma fosse assunto de 2027. O autorizador aceita os dois. Separar um grupo do outro passa a ser tarefa de quem escritura a entrada.</p>
<p>Em 2026, o efeito prático de um campo ausente é informacional: não há recolhimento, e a alíquota é de teste. Mas há duas razões para não tratar o assunto como cosmético. A primeira é que a Apuração Assistida já está conciliando o que as empresas informam; divergência sistemática entre o que o fornecedor destaca e o que a sua apuração espera é exatamente o tipo de ruído que o piloto existe para expor. A segunda é o calendário: a partir de 2027, os valores destacados de IBS e CBS deixam de ser ensaio e passam a alimentar crédito. Nota de fornecedor mal preenchida hoje é o retrato do crédito que vai faltar amanhã. O fornecedor que não se adaptou em agosto tende a ser o mesmo que não se adaptará em dezembro; a diferença é que dezembro não avisa.</p>
<h2 id="o-que-fazer-com-as-notas-que-chegam-sem-os-campos">O que fazer com as notas que chegam sem os campos</h2>
<p>O tratamento é menos jurídico e mais de gestão de cadeia. Quatro movimentos resolvem a maior parte:</p>
<ol>
<li>
<p><strong>Meça o problema antes de reagir.</strong> Levante, nas notas recebidas desde 3 de agosto, quantas trazem os grupos de IBS e CBS e quantas não trazem. O dado está no XML de cada documento: grupo de tributação por item e grupo de totais. Sem essa fotografia, toda conversa com fornecedor é impressão.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Classifique os fornecedores, não as notas.</strong> O que interessa não é a nota isolada, e sim o padrão por emissor: quem já migrou, quem ainda não, e quem, pelo volume, não pode ficar para depois. Uma dúzia de fornecedores costuma responder pela maior parte das entradas.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Comunique com data e referência.</strong> Uma mensagem objetiva resolve mais que cobrança difusa: informe que a empresa passou a conferir os grupos de IBS e CBS das notas recebidas, cite a Nota Técnica 2025.002 e peça a atualização do emissor ou ERP. O fornecedor que depende do seu faturamento tende a ouvir.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Registre a evolução.</strong> A validação em produção não tem nova data, mas terá uma. Quem acompanha mês a mês o percentual de notas conformes chega nesse dia sem sobressalto; quem não acompanha descobre no dia em que as notas de um fornecedor inteiro param de chegar.</p>
</li>
</ol>
<p>O que não fazer também merece registro: recusar mercadoria ou serviço por causa do campo ausente não tem base na regra atual. O documento é válido. O tratamento é comercial e contábil, não alfandegário.</p>
<h2 id="conferir-em-lote-nao-por-amostragem">Conferir em lote, não por amostragem</h2>
<p>O passo um da lista acima esbarra num detalhe operacional: conferir grupo de XML por amostragem manual funciona para dez notas, não para mil. A conferência só vira rotina quando os documentos chegam sozinhos e ficam num lugar só.</p>
<p>É o desenho do Motor Fiscal: a captura automática traz para um único ambiente as notas emitidas contra a sua empresa, com o XML íntegro de cada uma, pronto para conferência em lote. A pergunta &#8220;quantos por cento dos meus fornecedores já emitem com IBS e CBS&#8221; deixa de ser um projeto e vira um filtro.</p>
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<p>A reforma tributária tem sido pontual em uma única coisa: transferir trabalho para o contribuinte com antecedência. A rejeição automática virá quando vier. O fluxo de notas dos seus fornecedores está contando essa história desde agosto; basta haver alguém olhando.</p>
<hr />
<p><strong>Fontes:</strong><br />
&#8211; <a href="https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/listaSubMenu.aspx?Id=04BIflQt1aY=">Nota Técnica 2025.002 (versões 1.40 a 1.51) — Portal Nacional da NF-e, seção Documentos Técnicos</a><br />
&#8211; <a href="https://noticias.iob.com.br/reforma-notas-ibs-cbs-rejeitadas/">Reforma: notas sem IBS e CBS seguem sem rejeição automática — Notícias IOB, 03/08/2026 (Ato Técnico Conjunto CGIBS/RFB nº 1)</a><br />
&#8211; <a href="https://motorfiscal.com.br/blog/apuracao-assistida-ibs-cbs-2026/">Apuração Assistida do IBS e CBS: o ensaio geral de 2026 — Blog Motor Fiscal</a></p>
<p>O post <a href="https://motorfiscal.com.br/blog/fornecedor-emitiu-nota-sem-ibs-cbs/">Fornecedor emitiu nota sem IBS e CBS: o que fazer agora</a> apareceu primeiro em <a href="https://motorfiscal.com.br">Motor Fiscal | Escrituração e Automação Fiscal NFe CTe NFSe NFTS</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Apuração Assistida do IBS e CBS: o ensaio geral de 2026</title>
		<link>https://motorfiscal.com.br/blog/apuracao-assistida-ibs-cbs-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Augusto Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://motorfiscal.com.br/blog/apuracao-assistida-ibs-cbs-2026/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em abril/2026, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS ampliaram o piloto da Apuração Assistida. Alíquota de 1%, compensação com PIS/COFINS e sem multas. Entenda.</p>
<p>O post <a href="https://motorfiscal.com.br/blog/apuracao-assistida-ibs-cbs-2026/">Apuração Assistida do IBS e CBS: o ensaio geral de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://motorfiscal.com.br">Motor Fiscal | Escrituração e Automação Fiscal NFe CTe NFSe NFTS</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2026 tem uma vantagem rara em matéria tributária: você pode errar de graça. A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS ampliaram em <strong>abril de 2026</strong> a fase de testes do <strong>Sistema de Apuração Assistida</strong>, alimentado em tempo real por documentos fiscais eletrônicos. Quem tratar o piloto como ensaio geral chega a 2027 com processos rodando — e sem os sustos que costumam acompanhar reformas dessa magnitude.</p>
<h2 id="base-legal">Base legal</h2>
<p>A fase de transição com caráter informativo, as alíquotas de teste e a dispensa de multas estão previstas na <strong><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214.htm">Lei Complementar nº 214/2025</a></strong>, que instituiu o IBS, a CBS e o IS. A operacionalização segue diretrizes conjuntas da <strong><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/reforma-consumo/orientacoes-2026">Receita Federal</a></strong> e do Comitê Gestor do IBS, divulgadas em comunicados oficiais desde dezembro de 2025.</p>
<h2 id="como-funciona-a-apuracao-assistida-em-2026">Como funciona a Apuração Assistida em 2026</h2>
<p><strong>1. Alimentação por documentos fiscais em tempo real</strong><br />
O sistema consolida NF-e, NFC-e, NFS-e, CT-e e demais DFes emitidos pela empresa para calcular automaticamente a apuração informativa de IBS e CBS.</p>
<p><strong>2. Alíquota de teste de 1%</strong><br />
A soma das alíquotas aplicadas é de 1%, dividida em <strong>0,9% de CBS</strong> (federal) e <strong>0,1% de IBS</strong> (estadual).</p>
<p><strong>3. Compensação com PIS e COFINS</strong><br />
O valor apurado pode ser compensado com PIS e COFINS devidos pela empresa, neutralizando o impacto financeiro durante o período de testes.</p>
<p><strong>4. Caráter meramente informativo</strong><br />
A apuração não gera cobrança efetiva em 2026. O objetivo é validar sistemas, integrações, rotinas e parametrizações.</p>
<p><strong>5. Sem multas por obrigações acessórias</strong><br />
A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS confirmaram que não haverá aplicação de multas por descumprimento de obrigações acessórias da CBS e do IBS em 2026, desde que o contribuinte demonstre esforço de adaptação.</p>
<h2 id="cronograma-do-piloto">Cronograma do piloto</h2>
<ul>
<li><strong>Janeiro/2026:</strong> início do projeto-piloto do Sistema de Apuração Assistida;</li>
<li><strong>Abril/2026:</strong> nova etapa com expansão do número de estabelecimentos e documentos fiscais participantes;</li>
<li><strong>2027 em diante:</strong> apuração com efeitos financeiros, conforme cronograma de transição da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214.htm">LC 214/2025</a>.</li>
</ul>
<h2 id="por-que-levar-o-piloto-a-serio-mesmo-sem-multa">Por que levar o piloto a sério mesmo sem multa</h2>
<p>A tentação de deixar 2026 passar sem ajustes é grande. Mas a conta fica cara em 2027. Empresas que entrarem na transição efetiva sem ter mapeado cadastros, parametrizações e regras de negócio enfrentam:</p>
<ul>
<li>Divergências entre apuração interna e o que o Fisco já vê em tempo real;</li>
<li>Dificuldade de comprovar créditos de IBS/CBS por falhas de escrituração;</li>
<li>Reemissão de documentos fiscais e passivos operacionais evitáveis.</li>
</ul>
<h2 id="checklist-para-usar-2026-como-ensaio-geral">Checklist para usar 2026 como ensaio geral</h2>
<ul>
<li>Garantir que NF-e, NFC-e, NFS-e e CT-e estejam com os novos grupos (NT 2025.002 e NT 007/2026) preenchidos corretamente. A partir de 3 de agosto de 2026, documentos sem os campos de IBS/CBS passam a ser rejeitados, e a mudança já aparece no <a href="https://motorfiscal.com.br/blog/danfse-v2-novo-layout-nfse/">novo layout do DANFSe v2.0</a>;</li>
<li>Conciliar mensalmente a Apuração Assistida com a apuração interna da empresa;</li>
<li>Revisar cadastros de produtos, serviços, NCMs e CSTs;</li>
<li>Treinar a equipe fiscal nos novos conceitos (crédito amplo, não cumulatividade plena, destinação do IBS);</li>
<li>Documentar todas as divergências identificadas no piloto.</li>
</ul>
<h2 id="onde-acompanhar">Onde acompanhar</h2>
<p>Publicações, manuais e orientações estão disponíveis no portal da <strong>Receita Federal</strong>, na seção &#8220;Orientações da Reforma Tributária para 2026&#8221;, e nos canais oficiais do <strong>Comitê Gestor do IBS</strong>.</p>
<hr />
<p><strong>Sua empresa já está conciliando a Apuração Assistida com a apuração interna?</strong> O Motor Fiscal integra a recepção dos DFes, o cálculo de IBS e CBS e a conciliação com PIS/COFINS, transformando o piloto de 2026 em um ensaio geral sem surpresas.</p>
<p><strong><a href="https://app.motorfiscal.com.br/cadastrar?utm_source=blog&amp;utm_medium=cta&amp;utm_campaign=apuracao-assistida">Teste o Motor Fiscal grátis por 7 dias</a></strong> Prefere conversar antes? <a href="https://wa.me/5511950424329?text=Ol%C3%A1%2C%20Visitei%20o%20site%20do%20Motor%20Fiscal%20e%20gostaria%20de%20falar%20com%20um%20especialista!">Fale com um especialista</a>.</p>
<p>O post <a href="https://motorfiscal.com.br/blog/apuracao-assistida-ibs-cbs-2026/">Apuração Assistida do IBS e CBS: o ensaio geral de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://motorfiscal.com.br">Motor Fiscal | Escrituração e Automação Fiscal NFe CTe NFSe NFTS</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária 2026: Prepare Sua Empresa com Automatização Fiscal</title>
		<link>https://motorfiscal.com.br/blog/reforma-tributaria-2026-prepare-sua-empresa-com-automatizacao-fiscal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michelle Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 18:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://motorfiscal.com.br/?p=1341</guid>

					<description><![CDATA[<p>O tema que domina as conversas no mundo dos negócios é a Reforma Tributária</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Bem-vindos ao blog do Motor Fiscal! Estamos no início de 2026, e o tema que domina as conversas no mundo dos negócios é a Reforma Tributária. Com a implementação gradual da Emenda Constitucional nº 132/2023, o Brasil entra em uma nova era de tributação sobre o consumo. Mas o que isso significa para sua empresa? E como ferramentas de automação como o Motor Fiscal podem facilitar essa transição? Vamos mergulhar nesse assunto quente e descobrir como você pode se preparar para evitar surpresas fiscais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Que Muda com a Reforma Tributária em 2026?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária visa simplificar o sistema tributário brasileiro, substituindo múltiplos impostos por dois principais: a <strong>Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)</strong>, que unifica PIS, COFINS e IPI a nível federal, e o <strong>Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)</strong>, que substitui ICMS e ISS a níveis estadual e municipal. Essa mudança promete reduzir a complexidade, acabar com a guerra fiscal entre estados e trazer mais previsibilidade para os negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2026, estamos na fase inicial de teste:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cobrança-teste</strong>: Alíquotas mínimas de 0,9% para CBS e 0,1% para IBS, sem impacto financeiro real, pois os valores são compensados.</li>



<li><strong>Emissão de Notas Fiscais</strong>: As NF-e, CT-e e NFS-e agora precisam destacar os valores de CBS e IBS, exigindo atualizações em sistemas de emissão.</li>



<li><strong>Obrigações para Pessoas Físicas</strong>: A partir de julho, profissionais liberais, produtores rurais e autônomos precisarão de CNPJ para contribuir com os novos impostos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Até 2033, a transição será completa, com extinção gradual dos impostos antigos e alíquotas cheias estimadas entre 26,5% e 28,6%. Setores como indústria e exportações podem se beneficiar, enquanto serviços e comércio absorvem impactos maiores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desafios para as Empresas e a Importância da Automatização</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com mais fiscalização digital e cruzamento de dados, erros formais não serão tolerados. Atualizar processos e sistemas até 2026 é essencial para evitar multas e ineficiências. Aqui entra a automação fiscal: ferramentas que capturam, organizam e integram documentos fiscais automaticamente reduzem o trabalho manual e minimizam riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Motor Fiscal, oferecemos soluções sob medida para essa nova realidade:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Captura Automática de NF-e, CT-e e NFS-e</strong>: Direto da SEFAZ e prefeituras, com integração a ERPs como Totvs Protheus.</li>



<li><strong>Manifestação do Destinatário</strong>: Automatizada para registrar eventos fiscais, agora ainda mais crítica com CBS e IBS.</li>



<li><strong>Relatórios Analíticos</strong>: Para monitorar inconsistências e preparar o fechamento mensal, alinhado às novas regras.</li>



<li><strong>Multi-CNPJ</strong>: Gerencie múltiplas empresas em um dashboard centralizado, ideal para grupos empresariais enfrentando a transição.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine eliminar horas de downloads manuais e garantir que suas notas fiscais já incorporem os destaques exigidos pela reforma. Isso não só cumpre obrigações, mas libera sua equipe para focar no crescimento do negócio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se Preparar Agora?</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Avalie Seu Sistema Atual</strong>: Verifique se seu ERP está pronto para emitir notas com CBS e IBS.</li>



<li><strong>Invista em Automação</strong>: Teste ferramentas como o Motor Fiscal para capturas em lote e integrações API.</li>



<li><strong>Planeje o Planejamento Tributário</strong>: Com alíquotas progressivas, estratégias como escolha de regime (ex: Simples Nacional) serão chave.</li>



<li><strong>Fique Atualizado</strong>: Acompanhe atualizações da Receita Federal e consulte especialistas.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária é uma oportunidade para modernizar sua gestão fiscal. No Motor Fiscal, estamos prontos para ajudar sua empresa a navegar por essas mudanças com eficiência e segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que você acha dessa reforma? Sua empresa já está se adaptando? Se quiser saber mais sobre nossos planos a partir de R$79/mês, visite nosso site ou entre em contato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fique ligado para mais posts sobre tendências fiscais. Até a próxima! 🚀</p>
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